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carta na manga – quarta de brasas lyrics

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[refrão]
hoje nossa gente tá unida
hoje a doideira é permitida
hoje nossas ruas viram casas
numa quarta-feira de brasas
não paramos de dançar
hoje nossas ruas nossas casas
numa quarta-feira de brasas
não paramos de sonhar

[verso 1: mau du carta & mg]
ouça o canto das cornetas, gritos e apitos
é o escândalo dos vândalos flertando seus ouvidos
por amor pule roleta se sonhar for proibido
sinta o espirito de um tempo ainda não vivido
tomei um porre de felicidade to chapado de amor
e a cidade fica linda quando embala o ritmo
to que to pra celebrar com tambor e tamborim
o fim da policia militar, vem cá
vibrar ao som do grave, romper com todo tédio
avenidas lotadas tremem prédios
as boates tão fechadas, não existem privilégios
e são diversas cores que compõem nossa unidade
não há espaço pra carros, no asfalto brotam flores
hoje vamos contemplar o silencio dos motores
fantasiados na vitória dos loucos
atrás das mascaras a memória do fogo

[refrão]
hoje nossa gente tá unida
hoje a doideira é permitida
hoje nossas ruas viram casas
numa quarta-feira de brasas
não paramos de dançar
hoje nossas ruas nossas casas
numa quarta-feira de brasas
não paramos de sonhar

[verso 2: mau du carta & mg]
os verões que não vieram, as canções que não nasceram
as palavras que inventam o amor inexistente
é o mundo que sonhamos perigosamente
é o dia em que somos desobedientes
é o rap do sabota, é o samba do bezerra
malandragem verdadeira, marginal sobrevivente
é o mundo que sonhamos perigosamente
é o dia em que somos desobedientes
toda rua ocupada é uma forma de dizer:
“tamo vivo aê, tamo vivo aê”
todo muro que é pichado é uma forma de dizer:
“tamo vivo aê, tamo vivo aê”
toda rua ocupada é uma forma de dizer:
“tamo vivo aê, tamo vivo aê”
todo muro que é pichado é uma forma de dizer:
“tamo vivo aê, tamo vivo aê”

[refrão]
hoje nossa gente tá unida
hoje a doideira é permitida
hoje nossas ruas viram casas
numa quarta-feira de brasas
não paramos de dançar
hoje nossas ruas nossas casas
numa quarta-feira de brasas
não paramos de sonhar