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valério - o mar lyrics

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[chorus]
oh god, oh god
oh god, oh god
basta eu olhar para trás
para ver o meu legado
aquilo que tenho feito
e o que tenho deixado

oh god, oh god
all eyes on me
filho do vento
they call me az

[verse]
se eu sou o az
então diz+me, mano
porque é que a minha turma
às vezes me falha

sou az
e às vezes eu esqueço
que não são os cl!cks e likes
que ditam o meu preço, boy

tu olha à minha
boy, e vê se vês
alguém com a minha sk!ll
ou com o knowledge
ou que tenha virado essе game
do avesso mesmo
and still, all of thеse people
don’t recognise
mas tou focused
eu vou mudar essas minds

é uma questão de tempo
custou+me a acostumar
foco, foco, foco, foco
man, agora não paro

até ficar a pisar
os mesmos palcos
que os que eu ouço na rádio

se eu fecho os olhos
já ouço, é narrado
primeiro rapper açoriano
a bater no mercado

parece o produto do italiano
com o barco atracado
az na lisa
produto importado

sun kiss
já tenho a bênção
do padrinho
o sandro disse
corre que é teu
vais conquistar as ilhas
now you
the young prince

peguei nesse pergaminho
pus pés a caminho
liguei pro meu bro
brother no canadá

“you ready, meu g?”
“é este ano
é este ano que eu vou rebentar”

master plan on my mind
e já o tou a executar

[chorus]
oh god, oh god
basta eu olhar para trás
para ver o meu legado
aquilo que tenho feito
e o que tenho deixado

oh god, oh god
oh god, oh god
all eyes on me
filho do vento
they call me az
[outro]
“a constante que define a sua poesia
é uma tensão para a ilha
o imaginário de um trajeto marítimo infindável
em que ele nos vai desvendando
a natureza insular das raízes
que o chamam

e, num momento mágico
da sua marinharia poética
a ilha revela+se

o poeta atinge a sua originalidade
quando os temas obsessivos
da ilha e do mar
surgem como detonadores
da sua aventura psico+poética
empreendida rumo à origem

como nativo dessa ilha açoriana
em que coloca a fonte da sua poesia

ilha de bruma atlântica
varada entre dois continentes
nau do céu
com teu lastro de sonhos portugueses

pastores, marujos, poetas como eu
o atlantismo insular prosseguido
na marinhagem anímica do poeta
toma finalmente a cor do
atlantismo açórico

um caso curiosíssimo
de exorcismo insularizante
tal é a magia do seu lirismo
do marujo sem mar
do ilhéu sem ilha

habitante da ilha de são de nunca
por ondas, por celas
naufrágios, sereias
descobrimentos do seu sangue
do seu sangue que corre

para a mitologia da
insularidade.”



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